Educando nos dias de hoje: o sucesso da disciplina assertiva
(Nurtured Heart Approach)
Sempre busquei uma escola que fosse capaz de suprir as necessidades acadêmicas sem perder de vista o fato de que nem todas as crianças caem na faixa normal da curva de Gauss. A maioria das escolas se mostra adequada para grande parte das crianças, mas são inúmeros os pais que se queixam de que não conseguem encontrar uma escola adequada para seu filho(a) que tem TDAH, distúrbio do aprendizado, ou outros diagnósticos. Essas crianças ficam à mercê da sorte, de encontrar uma professora que compre sua briga.
Última atualização em Qua, 28 de Abril de 2010 00:06
Timidez e Fobia Social na Infância e Adolescência
Timidez e Fobia Social na Infância e Adolescência: fatores de risco e desenvolvimento Neste artigo os autores discutem as questões referentes à timidez e fobia social em crianças e adolescentes. A discussão tem como foco a natureza da relação entre os dois constructos, destacando as respectivas analogias e diferenças. As diferentes dimensões da fobia social (fisiológica, cognitiva, afetiva e interpessoal) são consideradas com particular atenção para a esfera intersubjetiva. As relações interpessoais são conceitualizadas como processos circulares cruciais associados com o início e manutenção do transtorno. Palavras-chave: timidez, fobia social, processos interpessoais.
Última atualização em Dom, 25 de Abril de 2010 14:10
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“Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola”
A identificação precoce de um possível ou suposto quadro de dislexia no ambiente escolar, sensibiliza os profissionais da educação ao exercício de um novo olhar: “olhar” mais cuidadoso, criterioso, investigativo e com mais participação na vida escolar dessa criança.
O diagnóstico que envolve a exclusão de outras condições e dificuldade por parte da criança, deve voltar-se para uma serie de sinais e sintomas muito peculiares, que podem sugerir a suspeita e levar a busca de profissionais especializados para tal diagnóstico.
Última atualização em Sáb, 08 de Maio de 2010 00:38
Cá entre nós
Dei uma entrevista para um jornal local. A pauta foi motivada por um e-mail de uma leitora que gostaria de saber como fazer para conviver com seus problemas de aparência, uma vez que estava muito longe do padrão de beleza dos nossos tempos. Antes de abrir a boca, pensei um pouco. (recomendo esse pequeno princípio a todos nós) E, mesmo assim, lá ia eu falar besteira. Mas, minha santa esposa, minha professora de todos os momentos (recomendo a todos que tenham uma professora de plantão) me barrou na porta. Melhor explicar, certo?
As brincadeiras infantis revelam muito do que os adultos pensam. Não sei se pela necessidade de reminiscências ou se por uma questão de cuidado com os filhotes da gente. Difícil saber. Talvez meu filho número 1 (dos 4) possa avaliar a questão de uma forma bem melhor, historiador de mão cheia que é. Por enquanto, fica o direito e o suspense da dúvida. Lembro-me de que, lá pelos meus treze ou catorze, a gente queria brincar a toda hora de um tal de “beijo, abraço, aperto de mão.” Dava um frio danado de forte na barriga só de pensar o que as meninas iriam escolher pra dar de presente pra nós, garotos. E, entre nós, os “garanhões”, havia até um código.
Última atualização em Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 14:46
Números que gritam !
Nessa cidade 1994 crianças com idade entre cinco e 12 anos estudam em escolas da rede municipal e, segundo seus pais, 86% delas são felizes.
– “Péra aí”, que pesquisa é essa? Eu pensava que toda criança era feliz!
Apesar de todo amor maternal, 29% das mães fumaram e 10% ingeriram bebida alcoólica durante a gestação de seus filhos, certamente por ignorarem os malefícios do álcool e do tabaco na formação do cérebro fetal. Apenas 1,7% delas têm curso superior e 9,5% são analfabetas ou não completaram o primário.
Última atualização em Seg, 17 de Agosto de 2009 10:09
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