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“Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola”

Qui, 22 de Abril de 2010 00:50 Fgas: (Original) Profª Telma Pântano
(Releitura) Profª Lana Bianchi e Profª Vera Mietto
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SuspDislexiaA identificação precoce de um possível ou suposto quadro de dislexia no ambiente escolar, sensibiliza os profissionais da educação ao exercício de um novo olhar: “olhar” mais cuidadoso, criterioso, investigativo e com mais participação na vida escolar dessa criança.

O diagnóstico que envolve a exclusão de outras condições e dificuldade por parte da criança, deve voltar-se para uma serie de sinais e sintomas muito peculiares, que podem sugerir a suspeita e levar a busca de profissionais especializados para tal diagnóstico.

Neste contexto, é difícil estabelecer critérios precoces para esta identificação, pois acompanhar o desempenho evolutivo de uma criança é um dos marcadores para inferir inadequações neste desenvolvimento. Sabemos que podem surgir atrasos no desenvolvimento motor e linguístico, inadequações nas fases desse desenvolvimento e superação delas em ambiente familiar estimulador ou não, além de outros fatores que possam implicar direta ou indiretamente no desempenho formal do aprendizado de leitura e escrita.

Estabelecer estratégias e metas novas e eficazes para que crianças desenvolvam o mais correto possível suas habilidades sensoriais e motoras para atingir o contexto formal escolar, sem grandes atribulações é fundamental já que, qualquer aprendizado pedagógico passa pela aprendizagem informal, aprendizado esse que depende do ambiente, da família, da sociedade e das particularidades individuais de cada ser.

Aprender é algo único, e neste aspecto devemos valorizar as pequenas e altas habilidades, pois deste modo, precocemente perceberemos aqueles com mais habilidades para raciocínio, cálculo, e aqueles com habilidades mais linguísticas e assim, facilitamos sua integração no contexto pedagógico formal

 

Dislexia será um dos workshops do Pré-congresso (Parte da manhã de 6/08) no Congresso Aprender Criança 2010 clique aqui e saiba mais

 

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Habilidade para Desenvolver a Escrita e Leitura

 

HabilDesenvEscLeitOs processos cognitivos que resultam em aquisição do processo de leitura e escrita formam uma base, como apresentaremos:

 

(1) Conhecimento de (leitura) e (nome) dessas letras:

É importante que esse conhecimento não venha de uma sequência automática de memória do abecedário e sim de conhecimento e reconhecimento de grafemas e o nome que esses grafemas possuem.

 

 

2) Consciência Fonológica:

Envolve a habilidade em que a criança aprende a ouvir com o Ouvido Neurológico, associando sons e letras e com essas transposições entre os sinais auditivos corresponder-se a símbolos gráficos, oriundos das unidades articulatórios da fala.

 

(3) Aptidões da Fala e Linguagem:

Direciona a criança para dentro de um processo de aprendizagem formal, e através dele podemos entender que, quando uma criança está na escola, ela já adquiriu a fala (oralidade), já possui uma estrutura linguistica oral, e a partir deste processo adquirido irá construir um novo processo: a escrita, e em conseqüência, a leitura.

Quando esta criança não tem uma boa estrutura de linguagem oral que comporte uma estrutura textual, dificilmente conseguirá fazê-lo dentro de uma estrutura na escrita. Quando apresenta uma oralidade contaminada por substituições e omissões, essas trocas aparecerão no processo de aquisição da escrita, é necessário verificar suas estruturas anteriores (pré-requisitos) para que a possibilidade de transpor para leitura e escrita esteja adequada.

 

(4) Atenção Sustentada:

Nascemos com uma atenção automática que é uma resposta aos estímulos e estes provocam essa atenção para uma resposta a estímulos fortes, com grande intensidade, e estes fazem seus registros de automatismo. É essa atenção que persiste na criança durante o aprendizado informal.

Para integrarmos ao aprendizado formal (pedagógico) precisamos da extensão desta atenção voluntária, escolher o que queremos focar, saber relacionar com a situação e contexto escolar. Mais do que isso, se faz necessário uma sustentação para este foco, que é uma habilidade que depende da maturação do lobo frontal, de uma maturação neurológica, que depende de muito treino, adaptação, adequação, e intensa participação da criança.

Esta atenção sustentada é que mantém as zonas de associação com a atenção auditiva para o aprendizado, possibilitando a retenção, ou seja, a consolidação do conhecimento. Deste modo podemos compreender a necessidade e importância do treino dessa habilidade (talvez a que mais necessite de treino) na primeira infância (no ensino infantil pré-requisitos ligados a fase sensório-motor).

(5) Memória Operacional

Esta memória é que nos conduz a memória de trabalho, ou seja, é necessário muito treino com a memória operacional no período da aprendizagem informal para que através das habilidades exercitadas da criança, ela possa seguir para aprendizagem estrutural e assimilar o significado e significante dos símbolos sonoros. Essa correspondência se transformará em imagens mentais abstratas e concretas, em nomeação, relações de fatos com sons para que efetive as relações de oralidade e imagens (codificar e decodificar), estabelecendo significado ao que se aprende.

Neste processo complexo, a maturação neurológica, as zonas de aprendizado e as relações nas áreas frontotemporais são essenciais: a memória auditiva de curto prazo relacionando-se com muitas associações para que a memória de longo prazo efetive o conhecimento e dê seguimento ás próximas etapas linguisticas.

 

 

Aprendizado: marcadores do ensino informal para o ensino formal

(pedagógico)

 

A criança, na sua maturação neurológica e no processo evolutivo, de posse do conhecimento informal e o jogo de brincar - APRENDENDO, deverá ter posse, no seu interior as seguintes habilidades: 

  1. Habilidades Individuais (genética)
  2. Análise – Fonológica
  3. Síntese – fonológica
  4. Codificação – Decodificação adequada para memória de trabalho e memória operacional.
  5. Nomeação isolada
  6. Nomeação serial
  7. Atenção global preservada
  8. Funções Corticais Preservadas (sem lesões aparentes).
  9. Ambiente estimulador e adequado emocionalmente.

10)Oportunidades para o Desenvolvimento neuropsicológico normal.

 

 

 

Requisitos para passagem do ensino informal para ensino formal

(Alfabetização).


alfabetizacaoNa criança padrão (normalidade), espera-se que já tenha inserido no seu interior cortical algumas habilidades para desenvolver novas etapas para maturação, progressão e superioridade linguistica (metalinguagem), e por fim desenvolver suas habilidades com os conceitos adquiridos ao longo da infância e adolescência.

Assim, ela terá: velocidade sináptica, rapidez para hipóteses, realizará muitos insights e facilidade com nomeação isolada e serial de objetos, cores, formas, números, letras (funções básicas intrínsecas),

De posse desses facilitadores, conseguirá manter um processo contínuo, uma linha espacial (psicomotricidade) que irá da direita para esquerda, e de cima para baixo. Assim, irá relacionando noções viso-espaciais, dentro de contexto sensitivo-motor, com desempenho de todas as áreas (as camadas neurológicas) e com um complexo aumento de sinapses. Do mesmo modo essas sinapses entre os Hemisférios Direito e Esquerdo, onde os lobos frontoparietoocciptal e temporal assumem muitas funções, entre elas, a memória do aprendizado formal onde o exercício repetido com prazer e ritmo é adquirido e não esquecido, possibilitará continuar as suas relações simbólicas para expansão desse conhecimento.

 

Do Conhecimento Adquirido:

Como suspeitar de dificuldades na aquisição de leitura e escrita? Indicadores podem ser observados e devemos estar atentos quando verificarmos nesse processo de aprendizagem os itens abaixo:

  1. Dificuldade na velocidade de nomear objetos, cores, números, formas, letras
  2. Dificuldade na consciência Fonológica, não consegue criar hipóteses sobre sua oralidade e a dos outros.
  3. Dificuldade na extensão da memória sustentada (curto e longo prazo)
  4. Dificuldade na atenção sustentada
  5. Desorganização praxi-motora
  6. Inabilidade linguística (não consegue rimas, soletração, parlendas, etc...)

 

Sabemos que o aprendizado informal ocorre pela relação entre os fatores: o biológico, o cognitivo e o comportamental e o desenvolvimento da criança, baseado nestes fatores, pode relacionar-se de maneira intrínseca (depende dela) e extrínseca (do ambiente).

Nos fatores intrínsecos a genética, o neurobiológico, o processamento de linguagem, o processamento auditivo, os aspectos psicoemocionais, e até os transtornos de atenção com ou sem hiperatividade (TDAH) podem levar ao sucesso escolar, e ao contrário, quando algum ou o somatório de alguns destes itens levam ao desvio do aprendizado e leva-nos ao fracasso escolar.

Os fatores extrínsecos, que podem ser de ordem social, ambiental, cultural ou religiosa, também interferem positiva ou negativamente no aprendizado informal até atingir o aprendizado formal (alfabetização) e como exemplo podemos citar as famílias inadequadas, as escolas com poucos estímulos para aprendizagem, a baixa expectativa dessa família por parte da ascensão do filho na escola e outros.

 

Das Dificuldades:

Como entender: os DIS? Dislexia, Disortografia, Disgrafia, Discalculia...Para cada hipótese, temos um entendimento neurológico e evolutivo de cada expressão e seu respectivo significado:

 

1) Dislexia:

 

DislexiaÉ a incapacidade de processar o conceito de codificar e decodificar a unidade sonora em unidades gráficas, (forma de grafemas) com capacidade cognitiva preservada (nível de inteligência normal). Os disléxicos têm capacidade para aprender todas as funções sociais e até altas habilidades, desde que, bem diagnosticado, seja trabalhado em suas áreas corticais favoráveis e com estratégias e intervenções adequadas. Essa intervenções devem valorizar suas funções viso-motoras, imagens com significado e significante associados a ritmo e memória visual auxiliando sua memória auditiva, para que desenvolva a capacidade por outras rotas (sabido que sua rota fonológica é prejudicada).

 

 

2) Disortografia:

 

DisortografiaDefinimos como disortografia, os erros na transformação do som no símbolo gráfico que lhe corresponde. Nem sempre a disortografia faz parte da dislexia e pode surgir nos transtornos ligados á má alfabetização, na dificuldade de atenção sustentada aos sons, na memória auditiva de curto prazo (Déficit de Atenção) e também nas dificuldades visuais que podem interferir na escrita. Quando não estão co-morbidas à Dislexia, o prognóstico é melhor.

 

 

 

3) Disgrafia:

DisgrafiaNão se pode confundi-la ou compará-la com disortografia, pois a disgrafia tem características próprias. A criança com disgrafia apresenta uma escrita ilegível decorrente de dificuldades no ato motor de escrever, alterações na coordenação motora fina, ritmo, e velocidade do movimento, sugerindo um transtorno praxico motor (psicomotricidade fina e visual alteradas).

 

4) Discalculia:

discalculiaA Discalculia do desenvolvimento é uma dificuldade em aprender matemática, com falhas para adquirir adequada proficiência neste domínio cognitivo, a despeito de inteligência normal, oportunidade escolar, estabilidade emocional e motivação. Não é causada por nenhuma deficiência mental, déficits auditivos e nem pela má escolarização. As crianças que apresentam esse tipo de dificuldade realmente não conseguem entender o que está sendo pedido nos problemas propostos pela professora. Não conseguem descobrir a operação pedida no problema: somar, diminuir, multiplicar ou dividir. Além disso, é muito difícil para elas entenderem as relações de quantidade, ordem, espaço, distância e tamanho. Aproximadamente de 3 a 6% das crianças em idade escolar tem discalculia do desenvolvimento (dados da Academia Americana de Psiquiatria). De um modo geral, o prognóstico das crianças com discalculia é melhor do que as crianças com dislexia, ou pelo menos, elas tem sucesso em outras atividades que não dependam desta área de calculo numérico.

 

Conclusão:

 

Todo trabalho escolar, da vida acadêmica de uma criança deve ser investigado precocemente, desde seus primeiros momentos em berçários, creches, escolas infantis, pois a detecção de falhas ou inabilidade no seu D.N.P.M. (desenvolvimento neuropsicomotor) será precioso para atendê-la melhor, até seu inicio ao ensino formal, respeitando seu ritmo, mas oferecendo-lhe oportunidade de uma boa intervenção, caso descubra-se precocemente esta falha ou incapacidade.

O pré-diagnóstico no âmbito escolar é excelente para o aluno, para a  escola, para os pais e a sociedade, onde não se atropela o desenvolvimento e nem permite más condutas com gastos desnecessários no futuro.

Todos devem participar desse novo olhar: professores, direção de escola, pais, psicopedagogos, e outros profissionais envolvidos direta ou indiretamente na alfabetização.

Leitura complementar (recomendada pelas autoras)

  1. O cérebro e a matemática” – José Alexandre Bastos1ª edição – Edição do autor
  2. Leitura, Escrita e Dislexia – Uma análise cognitiva – Andrew W. Ellis – 2ª edição – Editora Artmed
  3. Entendendo a Dislexia – Um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura – Salley Shaywitz – Reimpressão 2006 – Editora Artmed
  4. Dificuldades de Aprendizagem – detecção e estratégias de ajuda – Ana Maria Salgado Gomez Nora Espinosa Tenan Edição Mmix
  5. Transtornos de aprendizagem – Abordagem neurológica e multidisciplinar - Newra Rotta Lígia Ohhweiler Rudimar dos Santos Riesgo
  6. Dislexias - Arrne Van Hout Françoise Estiene
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Comentários (8)Add Comment
Elisabete maria de Souza Brito
...
escrito por Elisabete maria de Souza Brito, 20 outubro 2010
Olá!
Acabei de me cadastrar e esse é o primeiro texto que lei neste espaço, foi ótimo.Tenho certeza que vou aprender muito e ampliar minhas concepções com tudo que é oferecido no aprender criança.
Abraços
Elisabete
0
Dislexia
escrito por Cleide F. Ramos , 06 agosto 2010
Sou professora e tenho um aluno de 7 anos, cursando o 1º ano do Ensino Fundamental, com o diagnóstico de ter fortes indícios de dislexia. Este artigo esclarece muito sobre essas suspeitas. Parabéns pelo artigo. Vou compartilhar com a equipe que acompanha este aluno. Maiores novidades gostaria que me enviasse um recado, se possível, por email.
Obrigada
Cleide
delcilene
Estou gostando muito de estar aqui
escrito por delcilene, 12 maio 2010
MARAVILHADA.Sou pedagoga do Serviço Especializado de Apoio Aprendizagem do DF e estou amando este espaço. PARABÉNS A TODOS.
BJS
0
Ao Cidadão da Comunidade Aprender Criança
escrito por Lana C. de Paula Bianchi, 04 maio 2010
Na neuropedagogia do novo milenio, lemos, estudamos e aprendemos muito com a toria, mas a pratica da sala de aula ou clinica, nos leva a CRIAR intervençoes fantasticas, com toda sala, e com propostas cheia de ferramentas; Vamos algumas dicas: 1- Computador: A escrita do computador é uma alternativa eficaz para suprir as dificuldades da rota fonologica, com prazer, alguns programas e jogos, colocam a criatividade do aluno a serviço da analise do Significado e Significante, de forma mais prazerosa, e internaliza os conceitos simbolicos mais rapidos, e usando ASSOCIAÇAO, base para o aprendizado. 2- Contador de Estorias: O teatro e Musica para ler e interpretar o sentido das palavras, moral da estoria, sublinguagem, e consciencia fonologica, atraves do ritmo da entonaçao do locutor. 3- Desenhar: Representar no desenho os conceitos, valores, formas, e simbolismo dos conteudos. 4-Parodias: Usar musicas, e colocar letras de conteudo nas mesmas, e pedir a ENTONAÇAO do aluno para gravar, ou seja, no ritmo ele grava melhor o conteudo simbolico do texto. Toda classe pode se beneficiar desta intervençao, e os alunos melhores ajudam os que apresentam mais dificuldades. O importante é: Colocar a sala toda no conhecimento das dificuldades que existe e cada um da a sua contribuiçao aos amigos com alguma dificuldade...INCLUSAO, de fato! Espero te-la ajudado. Coloco-me a disposiçao. Grata. Abrços. Lana
0
Intervenção
escrito por Luciane Risso, 03 maio 2010
Gostaria de saber se tem algum artigo que relate como o psicopedagogo pode atuar com dislexico, desde os testes até a intervenção clinica.
Agradeço a atenção.
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Vou compartilhar o artigo
escrito por Vandercí Márcia De Lima Castro, 01 maio 2010
Muito bom este artigo, vou compartilha_lo com os professores os quais coordeno. Temos casos de crianças com diagnóstico de "dislexia".Informações preciosas.
Um abraço, Vandercí
Administrator
Ao Cidadão da Comunidade Aprender Criança
escrito por Lana C. de Paula Bianchi, 28 abril 2010
Grata por ler nosso artigo, e interessar-se por assuntos tal pertinentes a sala de aula e alfabetizaçao. O temas: DIS, sempre desperta atençao, e importante é: 1- Um diagnostico feito por equipe multidisciplinar, com neuropediatra, psicologo, fonoaudiologo,pedagogo, para que todos os aspectos sejam analisados, e compreendidos sob varios aspestos. 2- Com o diagnostico, a melhor intervençao é contar com a familia, escola, e os profissionais que estarao a frente do trabalho, para que usem a MESMA linguagem com o paciente. 3- No reforço, é importante o conhecimento dos trabalhos auxiliares e complementares, que ajudaram na fixaçao dos modelos aprendidos.4- Ler muito sobre o assunto, reciclar, ter contato com cursos, palestras e cursos de atualizaçao e capacitaçao para melhor atender a criança. Qto as terminologias: DISORTOGRAFIA: ao pe da letra: DIS= Nao; ORTOGRAFIA= Grafia, escrita, organizçao das regras sintaticas e semanticas, portanto: Nao escreve adequadamente as palavras, trocas no seu sentido, no seu significado e significante, o simbolo esta prejudicado; DISGRAFIA: ao pe da letra: DIS: Nao; GRAFIA= forma da escrita, a letra no espaço, sinal grafico no espaço, a posiçao motora da letra, portanto: a grafia esta fora de ordem, desorganizada na sua forma de estar no papel, falta movimento adequado para a escrita, é uma desorganizaçao motora fina, Dispraxia do movimento motor fino, coordenaçao inadequada; ambos diagnostico pedem tbem um auxilio do profissional Terapeuta Ocupacional, para intervir na coordenaçao motora fina e ampla. Como complemento, praticar capoeira ajuda muito o euilibrio amplo e fino da criança, e o som musical auxilia na atençao auditiva, e contribuira com a sequencia logica na escrita, beneficiando os dois diagnostico. Espero ter-lhe assistido e contribuido. Coloco-me a sua disposiçao para mais contatos. Bons estudos e trabalho. Abraços. Lana- Fonoaudiologa e pedagoga.
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Disortografia e disgrafia
escrito por MF Almeida, 27 abril 2010
Informações como essas têm nos ajudado muito. Que bom poder contar com vocês!Por favor, se possível, poderia me dar mais informações sobre a disortografia e a disgrafia? Trabalho como professora de séries iniciais e também com o reforço de alunos com dificuldades de aprendizagem. Faz-se necessário o encaminhamento dos alunos que apresentarem tais dificuldades a profissionais especializados?

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Última atualização em Sáb, 08 de Maio de 2010 00:38

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