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Milhares de pessoas (em sua maioria crianças) mandam cartinhas para os Correios, endereçadas ao Papai Noel. Quem quiser, qualquer um de nós (ou todos nós!), pode pedir aos Correios uma dessas cartas e atender o pedido da pessoa que a escreveu.

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Notícias do Cérebro

Morrendo de rir...

Consternados com a morte inesperada, Roberto e seus irmãos se preparavam naquela manhã para o enterro de sua querida mãe. A morte, assim como a vida, muitas vezes reserva armadilhas insólitas. O serviço funeral estava em andamento e o caixão era conduzido cova abaixo quando o rapaz, para surpresa de todos, começou a dar uma ressonante gargalhada.


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Um bate-papo sobre games

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Jornalista: Como jogos de videogame e computador podem auxiliar no desenvolvimento neurológico da criança e do adolescente?
Dr. Arruda: Determinados jogos podem treinar e aperfeiçoar funções cerebrais específicas bastante utilizadas no aprendizado como, por exemplo, a capacidade de atenção, a velocidade de processamento de informações e de visão espacial. Estas funções são importantes não apenas para o aprendizado da criança e do adolescente, mas também para outras atividades da vida diária.

 


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Transtorno da Expressão Escrita
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Pode-se definir escrita como um sistema convencional, arbitrário, de transmissão de informação, isto é, de comunicação. A escrita se constitui na forma de representar conteúdos lingüísticos da fala (Santos & Navas, 2002).

Existem três sistemas de escrita, a saber: logográfico, silábico e alfabético. O sistema logográfico representa as palavras, os morfemas. Os sistemas silábico e alfabético são considerados fonográficos, já que representam seguimentos fonológicos, como, por exemplo, as sílabas e os fonemas.

Para que uma criança aprenda a escrever num país no qual o sistema de escrita utilizado é o alfabético, é fundamental que ela compreenda a noção de fonema, isto é, que “as letras, enquanto símbolos gráficos correspondem a segmentos sonoros que não possuem significados em si mesmos” (Lyon, 1999; Swank, 1999, apud Zorzi, 2003).


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Atitude
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No início do mês fui cortar o cabelo.

Aqui em São Pedro, a gente não vai aos salões de cabeleireiro, como nas cidades grandes. Nada disso.

É na casa da pessoa especialista no assunto. Para uns, pode dar a impressão de que é coisa pouco desenvolvida, atrasada, sei lá. Pra outros (e eu me incluo, lógico!) é sinal de tratamento VIP.


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O Transtorno Autístico:

O Transtorno Autístico: suas comorbidades e complexidade diagnóstica

 

autismo.jpgOs trabalhos de pesquisa sobre a terminologia autística referem que expressão “autismo” foi utilizada pela primeira vez por Eugen Bleuler, na citação do “Oxford English Dictionary”, em uma edição do American Journal of Insanity em 1912, para designar a perda do contato com a realidade de determinadas crianças que não respondiam a estímulos do meio social em que viviam. A primeira descrição clínica do autismo infantil foi realizada por Leo Kanner, em 1943, publicado na revista THE NERVOUS CHILD, em um trabalho intitulado “Distúrbios Autísticos do contato afetivo”. Referia-se a um quadro uniforme, de características envolvendo basicamente um desligamento das relações humanas, de dificuldade na aquisição da fala, estereotipias, resistência a mudanças e de boa memória e de boa aparência. Em 1947 Bender usou o termo esquizofrenia infantil, pois essa autora acreditava que o autismo era uma forma mais precoce de esquizofrenia na citação de DÁQUINA et. al. (2007).

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Bem-vindo(a) ao Aprender Criança

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Bem-vindo(a) à primeira comunidade acadêmica no Brasil dedicada ao aprimoramento do ensino e aprendizado através dos avanços nas pesquisas sobre o cérebro.

 

A Comunidade APRENDER CRIANÇA foi idealizada com o objetivo de integrar Educadores e Neurocientistas (pesquisadores do cérebro) na busca de soluções que aprimorem o ensino e o aprendizado em todos os níveis.
Educadores e Neurocientistas apresentam muitas características em comum.

Os Neurocientistas estão se aprofundando cada vez mais nos domínios do que sempre foi o objeto de trabalho dos Educadores, o cérebro da criança. Saber como no cérebro se processa o aprendizado, a memória, o desenvolvimento emocional, a linguagem, os talentos e deficiências, etc. é tarefa de importância seminal não apenas para Educadores e Neurocientistas, mas, sobretudo, para a Humanidade.

Nesse contexto é que surge a NEUROEDUCAÇÃO, um novo ramo da Ciência que tem como objeto de estudo a Educação e o Cérebro, entendido como um órgão social que pode ser modificado pela prática pedagógica.

Um grande avanço das pesquisas em Neurociências vem ocorrendo na última década em decorrência das novas tecnologias que permitem aos cientistas avaliar o cérebro sob demanda, em funcionamento, como o PET, o SPECT e a RMN funcional. No entanto, essas descobertas quando publicadas em revistas especializadas não vêm acompanhadas de um manual que permita ao Educador utilizá-las no seu dia-a-dia em sala de aula.

Esse esforço cuidadoso de tradução das descobertas nos laboratórios de pesquisa para a Escola e o Educador é o desafio da COMUNIDADE APRENDER CRIANÇA e o nosso compromisso com você.

O desafio decorre da responsabilidade da missão, transferir os conhecimentos dos Neurocientistas para a sala de aula sem o envolvimento e a expertise dos Educadores pode provocar a aplicação prematura e inadequada dos dados científicos e o insucesso da desejada integração das duas áreas.

Nesse trabalho cooperativo o Educador também terá seus desafios, como, por exemplo, estabelecer padrões para avaliar e aceitar novos métodos de ensino e ajustes curriculares.

Os Educadores e Neurocientistas não podem perder a oportunidade que o momento histórico apresenta, aprimorar o ensino e as escolas guiando os Educadores através de um caminho hoje bem pavimentado pela Ciência.

Esperamos que a COMUNIDADE APRENDER CRIANÇA cumpra sua valiosa missão colaborando para a chegada de um tempo em que todo estudante, em sua diversidade de habilidades e dificuldades, seja contemplado com a vanguarda do conhecimento sobre o cérebro, pois só assim “nenhuma criança ficará para trás”!

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